Carlos Gonzaga está atacando o processo campinense e prevendo um ano difícil para Phelipe Cordeiro.

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Derrotado nas eleições para a Diretoria Executiva no último domingo, Carlos Gonzaga saiu nada satisfeito com o escrutínio que levou Phelipe Cordeiro ao trabalho de topo no clube campinense. Em contato com a Rádio CBN através do programa Bate Bola Campina, o líder estava lamentando o andamento do processo eleitoral, declarou que há um sistema que desenha o desenvolvimento da Raposa e para apostar que um novo mandante rubro-negro não tem as condições necessárias para iniciar o Campina Grande Clube.

1 de 3 Carlos Gonzaga no estádio Renathon visitou no último domingo, mas acabou o derrotado-Foto: Ascom/Campinense

Carlos Gonzago participou do Estádio Renathon no último domingo, mas acabou com o derrotado-Foto: Ascom/Campinense

Carlos Gonzago fez sérias alegações do processo eleitoral. Para o líder, o ideal é que a estrutura da voz seja modificada, para que os torcedores tenham mais abertura para marcar a nova diretoria. O empresário também se mostrou desacreditado na gestão de Phelipe Cordeiro, que venceu a eleição com 72% dos votos. Vale ressaltar que o patrimônio attika-patrimônio, além dos chamados remanescentes-restos mortais e ex-presidentes de clubes têm direito a voto.

-Eu não me perdi. O sistema acabou com o Campinense. Será mais um ano de chacina, porque esta criança (Phelipe Cordeiro) não tem condições. Ele nem sequer tem o conhecimento, nem o pulso, para enfrentar esse sistema de organizações negativas no clube. Todo o sistema eleitoral foi comprometido. Tenho o prazer de ver quem se instalou e votou a favor da mudança. Infelizmente vamos esperar que o menino tenha pulso, porque eu acho que ele não, mas, como torcedor do Campinense, eu seguirei pela torcida. Vamos fazer isso. Provavelmente será o mesmo em 2021. Eu acredito que 86% dos torcedores estavam com Carlos Gonzago, mas, infelizmente, o apoiador não votou-afirmativo Carlos Gonzaga.

2 da Chapa 3, comandada por Phelipe Cordeiro, venceu a eleição do último domingo com 72% de voz-foto: Ascom / Campinense

Chapa lança com Phelipe Cordeiro venceu o último domingo da eleição com 72% voz-Foto: Ascom/Campinense

Nome do Campinense Experimentado, Carlos Gonzaga já tentou várias vezes se tornar presidente do clube. Em 2011 terminou com o fato de não ter registrado um prato, e foi eleito por Guilherme Simões. Em 2017 tentou novamente concorrer contra o Simões, mas também não conseguiu desculpar sua candidatura.

Nesta eleição para 2020, que será escolhida pelo clube governante no período de um ano, substituindo Paulo Gervany, Carlos Gonzaga uniu-se ao processo juntamente com Júlio César, seu candidato a candidato. A Chapa foi o Rubro-Negro Resurgence. O grupo teve apenas 28% dos votos em vigor, contra 72% das chapas lideradas por Phelipe Cordeiro, Raposeira, da União.

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Depois de selecionar Phelipe Cordeiro, a porta Campinense estará aberta para Carlos Gonzagy. A cerimônia do novo presidente aconteceu na noite desta terça-feira, no estádio Renatão, em Campina Grande, no lugar do Rubro-Negro.

Apesar disso, Gonzago não conseguiu demonstrar que essa derrota é muito bem disputada. Sem revelações de nomes, o empresário informou que já tinha enviado muito o plantel da Raposa, incluindo o treinador, para 2021 temporada.

-Estou prestes a anunciar os principais treinadores que já tinham 14 jogadores e um diretor de futebol. Já foi tratado por três investidores, um dos quais era a empresa alemã. Infelizmente, não deu certo. Mas, às vezes, eu faço mais complicado por essas coisas erradas que estão acontecendo no Campinense-disse Carlos Gonzaga.

3 dos 3 Campinense está tentando reconstruir no meio de uma difícil crise financeira-Foto: as viúvas / Campinense

Campinense tenta se reconstruir no meio de uma difícil crise financeira-Foto: widens/Campinense

Com problemas financeiros, Campinense continua em busca em um ano tranquilo 2021. A equipe competirá pela série D na Copa do Brasil e na Copa do Brasil. No Campeonato Paraibano ainda há um impasse, que foi cancelado pelos dirigentes de sete das oito equipes de elite. Esses clubes desejam adquirir o incentivo do governo do governo para melhorar suas finanças, mas eles têm que lidar com o débito direto, que devido aos desvios em conexão com o extinto Gol de Placa, concluiu em 2019. A partir desse momento, a novela seguirá.

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