Opinião: O Moto Club precisa de melhor gestão e maior participação dos Conselheiros sonho de 2021 mais feliz

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1 de 3 Natanael Jr. e Marcinho Guerreiro no coletivo clube coletivo Moto Club: João Ricardo/GloboEsporte.com

Natanael Jr. e Marcinho Guerreiro no lugar coletivo Moto Club-Foto: João Ricardo/GloboEsporte.com

O ano de 2020 preocupou-se com muitos clubes, para muitas pessoas, mas para o Moto foi apenas mais um ano difícil no meio das últimas temporadas cheias de confusão e de poucas alegria. É mais do que o tempo de Moto voltar a ser um clube de esportes, apenas esportes, e evitar muito como um episódio protagonista, que noste um ano na imagem de clube de fora de campo.

Como isso é possível? O primeiro passo é admitir que a forma de governança é erroneal, o que justifica a improvisação. O presidente de Natanael Júnior, assim como outros presidentes dos clubes marroquinos, reclama da falta de apoio, da falta de financiamento, e tudo bem, é verdade. Mas ele esquece os discursos que lhe convém: talento para criar ambientes de areia, longe da prosperidade, desnecessário para qualquer um que alite crescimento.

O presidente do clube não se adapta à chama no sistema, com a mensagem errada Federação Maranhense de Futebol, que dói mais do que contribui para o clube em várias facetas, mas para se colocar como uma oposição ou para buscar as mudanças necessárias, uma tem que ser muito mais articulada, e o presidente Moto não é e não faz qualquer questão de mudança para o que ele já mostrou. Ele não luta com o que é mais desorganizado do que é. Como mencionado acima, a atual gestão do clube exige improvisação e desorganização, e isso se enfraquece como gestor contra a FMF, além de motivos que não concordam com a atual forma de gerir e criticar.

Portanto, não é fácil, mas para seguir neste último ano de gestão, Natanael precisa mudar, deve ser mais organizado e procurar a máxima agregação. Caso contrário, Moto aciona o risco de perder a próxima temporada ao ser seguido por uma punção no noste-edge.

Conselheiros com atuação fraca

2 de 3 Eleições no Moto Club para o Biennium 2020 /21-Photo: João Ricardo/Globoesporte.com

Eleições no Moto Club para o Biennium 2020 /21-Photo: João Ricardo/Globoesporte.com

Mas o clube não pode contar o presidente quando está sujeito à relatoria, depois de todo o estatuto do clube determinar as tarefas para as três chapas: o diretor do Conselho Diretor é o que Natanael Junior cobre. Mas é intencional, conselhos básicos para o clube, que, como o presidente Luís Carlosa e o conselho fiscal, tem historicamente irresponsável, mas grande importância, que é como o presidente Hely Carlos, integrante de uma das curvas organizadas mais tradicionais de Moto: Dragões da Fiel.

A justificativa da falta de tempo, a ocupação diária com trabalho, a família e grandes bolotas é o que ele ouve de assessores que ocupam as posições no tabuleiro (não só os presidentes), e há um grande problema. Sem a presença efetiva dessas tábuas na vida do clube, a diretoria é liberada para cometer erros, como desperdiçar recursos com um jogador de importação desenfreado, por exemplo.

Todo mundo tem ocupação diária, mas quem tem um dos conselhos certos, ele deve saber que terá que passar algumas horas por semana nos próximos dois anos para atividades com relatórios e reuniões, para que eles possam controlar e contribuir com essa diretoria. Só que isso não foi observado há anos, e essa falha também ajudou a pintar o cenário atual.

Dizia o que o orçamento do clube para a temporada (e Moto prevê receita, pouco, mas tem) e conta o quanto um minuto pode gastar na folha de pagamento, exercícios diários e outorgas devem ser de responsabilidade dos conselhos intencionais e fiscais na última reunião do ano, prevendo o próximo ano de ação. Trata-se de uma relação que tem uma prefeitura com uma prefeitura, quando o Parlamento vota a LOA (a lei orçamentária anual). A prefeitura diz o que pretende fazer, mas quem analisa os recursos, sugere emendas e aprova o quanto o município pode gastar, é o Parlamento. Essa relação de pranchas com tábuas é prevista no estatuto do clube e falará administração mais racional, mas não é feita.

Torcedores desencantados

3 da Torcida do Moto 3 espera voltar a um ano feliz em 2021-Foto: Diego Chaves / Estadão Maranhão

A Torcida do Moto espera voltar ao ano feliz em 2021-Foto: Diego Chaves / Estadão Maranhão

Diante a todos, apoiadores desencantam. Não é o uso de ser um campeão maranhense, saindo por uma abordagem nacional, iniciando um material esportivo a cada ano, se não houver consistência dentro e fora de campo com ambição. Moto não pode ser satisfeita apenas por participar dela. A nova filosofia deve ser implantada no clube, mas este é um passo que mais uma organização administrativa diz mais alto.

O bloqueio não aceita o problema a cada semana e muitos criados pela própria diretoria. É como se fosse uma dependência. A paz e a paz nas laterais não fazem bem ao clube nos últimos anos, porque se tudo está quieto, a confusão é criada. E isso é chato. É algo que ele convida para um apoiador para que ele não olhe para frente. O Clube não só sobreviverá do futebol, mas também de sua imagem.

Portanto, o ano de 2021 é o último do período Natanel Júnior e o clube seguirá Marcini Guerreiro como treinador. É bom que se trata de um treinador de final de ano, já que uma mudança de ordens técnicas é um sintoma de disrupção. Se ela gosta de acreditar que Marcinho pode entregar um bom trabalho como aconteceu em 2018, que o mantém buscando os melhores resultados no Campeonato Maranhense (título), Copa do Brasil (depósito pelo menos para a segunda etapa), Campeonato Brasileiro Série D (acesso e no título corresponde ao título) e Copa do Nordeste (avançam para o estágio minimamente de grupos). Então, espero que ele se recupere com a chegada de mais um ano.